Cortes nos apoios

O Teatro Extremo reagiu, por comunicado, ao corte de quase 18% no apoio que a Câmara de Almada concede à companhia, face ao recebido em 2017.  
Segundo o grupo teatral, estes cortes irão afetar diretamente a área da produção e criação, tal como os apoios ao festival “Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”. 
A companhia acusa o município – liderado por Inês Medeiros – de, “sem nenhum motivo explicável”, retirar parte do financiamento que atribuía à Cultura e aos seus agentes, frisando que “nem nos tempos mais negros da troika” isso sucedeu.